
A Reforma Tributária do Consumo não é “mais uma mudança fiscal”.
Para concessionárias, ela é a maior alteração operacional e sistêmica das últimas décadas.
E aqui está a verdade que pouca gente está dizendo com clareza:
👉 o risco não está só na regra, está no sistema que você usa para operar.
Entre 2026 e 2033, o Brasil vai atravessar um período de transição complexo, cheio de testes, novas obrigações e mudanças graduais. Quem não estiver preparado desde agora vai pagar essa conta em forma de retrabalho, erro fiscal e insegurança jurídica.
Vamos ao que importa, sem juridiquês desnecessário.
A Reforma unifica cinco tributos atuais — PIS, COFINS, IPI, ICMS e ISS — em dois novos impostos sobre valor agregado:
Na teoria, o sistema fica mais simples.
Na prática, a transição é longa, técnica e cheia de armadilhas operacionais, especialmente para quem emite grande volume de notas fiscais, como concessionárias.
Em 2026, o governo definiu um período de testes e adaptação.
Neste primeiro ano:
O erro comum aqui?
👉 Achar que 2026 “não importa”.
Esse é exatamente o ano em que:
Quem ignora 2026 está empurrando o problema para quando ele ficar caro.
A partir de 2027, o cenário muda de nível.
Entram em vigor mudanças estruturais importantes:
Esses tributos deixam de existir e dão lugar ao CBS.
O controle de créditos e débitos passa a seguir regras muito mais rígidas.
Ponto crítico:
👉 não será permitida alteração manual de tributos dentro da apuração.
Qualquer ajuste deverá ser feito por meio de:
Isso exige sistema preparado, não improviso.
Passa a incidir sobre veículos, na primeira venda.
Inicialmente opcional e restrito a operações B2B, mas já exige adequação técnica desde o início.
Entre 2029 e 2033, ocorre a substituição gradual de:
A cada ano:
Aqui está um ponto decisivo:
👉 essa transição precisa ser gerenciada automaticamente.
Qualquer controle manual, planilha paralela ou “ajuste por fora” se torna risco fiscal.
Sem rodeios:
A Reforma Tributária não exige apenas conformidade.
Ela exige arquitetura de sistema.
O Sances TurboDMS não está “se adaptando”.
Ele já opera dentro do novo modelo.
Resultado:
O DMS cuida da obrigação fiscal.
Sua equipe foca em vender.
As concessionárias que vão atravessar esse período com tranquilidade são as que entenderam uma coisa simples:
👉 não dá para tratar a Reforma como um problema do contador.
Ela é um problema de sistema, processo e governança.
O Sances TurboDMS foi arquitetado exatamente para isso:
eliminar improviso, reduzir erro humano e garantir conformidade em todas as fases da transição.
Se você já é cliente Sances, mantenha seu sistema atualizado e acompanhe as novas funcionalidades.
Se ainda não é, este é o momento de entender, com calma, se o seu DMS está realmente preparado para o que vem pela frente.
Porque quando a obrigatoriedade chegar, não vai haver tempo para correr atrás.